Para que serve o refile em uma gráfica?

composer - refile

Ao fazer uma impressão em gráfica, são usados vários termos técnicos para descrever funções das mais distintas. Uma palavra bastante utilizada nesse ambiente é o ‘refile’, que em muitos casos é algo obrigatório a ser feito. Apesar de ser comum para quem convive nesses locais, pode parecer muito estranha para quem ouviu esse nome pela primeira vez.

O refile nada mais é do que um passo de finalização crucial para quem quer mostrar um cartaz, panfleto ou folder bem acabado. Como nas gráficas é comum a utilização de papeis maiores para impressão, pode ficar uma sobra entre a arte que foi feita e a base, deixando bordas em branco que não precisariam existir.

Para se livrar do acabamento desleixado e descuidado, o refilamento é feito, ou seja, os excessos da peça são removidos deixando o resultado bem mais profissional. Em vários locais, fazer o refile é algo obrigatório, até para prezar por uma melhor aparência do projeto gráfico, mas caso ninguém fale sobre isso, vale a pena pedir para fazer o refile e eliminar marcas indesejáveis de impressão e margens mal feitas.

Ao contrário do que alguns pensam, não é ideal que o refile seja feito em casa. Somente as gráficas possuem lâminas de corte apropriadas para qualquer tipo de papel utilizado na impressão, sem causar danos no material. Fazendo o refile em uma gráfica especializada, você só tem a ganhar.

Escolhendo a fonte adequada para seu projeto gráfico

Ao criar uma peça gráfica, muitos elementos são essenciais em sua composição. Por isso, as cores, formas utilizadas e organização correta das informações precisam estar muito bem alinhadas para que o conjunto faça sentido.

Parte importante no processo de desenvolvimento de algo assim é a escolha das fontes do texto e com tantas opções disponíveis pode até ficar difícil de escolher. No entanto, existe uma premissa básica que pode guiar você na escolha da que é mais adequada.

Todas as fontes que você conhece, por mais diferentes que sejam uma das outras, são divididas em dois grupos: com serifa ou sem serifa.

composer---serifa

Fontes serifadas – São aquelas que possuem pequenos arremates nas pontas das letras. Por causa do seu estilo, são muito indicadas para textos longos. Como possuem alguns detalhes na finalização das letras, o olho humano entende como um bloco único, fazendo com que elas pareçam muito mais legíveis e fáceis de ler. Também podem dar um toque clássico para o visual de um projeto gráfico. Exemplo de fonte com serifa: Times new Roman.

composer---sem-serifa

Fontes sem serifa – Aqui as letras têm uma estética mais fluida e uniforme, sem maiores detalhes. É excelente para chamar atenção em títulos e chamadas, sendo bastante utilizada no nome de marcas famosas também. Exemplo de fonte sem serifa: Helvética.

Existem muitas fontes diferentes para você escolher, siga nossas dicas e opte pela que mais lhe agrada. E lembre-se: ao fazer seu projeto gráfico, a Composer está com você!

Dicas para saber antes de enviar o arquivo para gráfica

dicas enviar gráfica

Alguns cuidados com o arquivo que será enviado a gráfica para impressão pode evitar vários problemas e dores de cabeça que por ventura surgem ao imprimir documentos. Para conseguir uma boa impressão, sem problemas, confira algumas informações importantes que podem salvar sua impressão de desastres e deixa-la idêntica ao projetado na tela do computador.

Primeiramente saiba que para impressão são utilizadas as dimensões em medidas de centímetros, e não pixels.

Um ponto importante é a escolha do método de impressão adequado para o tipo de documento que você irá imprimir. Para escolher um dos muitos processos de impressão, converse com um funcionário especializado na gráfica, ele saberá recomendar o método mais apropriado.

Outra escolha que terá que fazer antes da impressão é o tipo de material em que você irá imprimir. Entre os tipos de papel pesquise as espessuras, texturas e tamanhos, e se for utilizar outros materiais como plásticos, tecidos, ou outras superfícies diversas, pesquise antes a impressão compatível com o material usado.

Uma informação mais específica diz respeito ao padrão de cores utilizada. A impressão utiliza o CMYK, diferente da tela do computador que é RGB, portanto para imprimir na cor desejada use uma escala cromática como a da Pantone por exemplo, considerado um padrão de cores universal para impressão.

Essas poucas dicas irão fazer a diferença entre uma impressão defeituosa e uma boa impressão, podendo inclusive poupá-lo tempo e custos extras. Pesquise esses pontos bem e se certifique de estar levando arquivo e material adequados para a gráfica.

Aumente a fidelização da sua marca com brindes

fidelização brindes

A imagem de uma empresa reflete não só sua visão de mercado como a ideia que procura passar para seus clientes. Nesse cenário, a identidade visual possui papel central, seja na logotipo e nas suas variações, nas cores destaque, ou no tipo de fonte usadas. Portanto, tenha certeza que sua identidade visual está sendo disponibilizada a seus clientes, de forma visível e acessível.

Uma boa forma de aumentar a fidelização pela marca é por meio de brindes personalizados. Ao brindar os clientes, a relação empresa/consumidor torna-se mais amistosa, criando maior conexão com a marca. Esses estímulos no consumidor fazem com que as compras ocorram em maior volume e com mais frequência, devido aos laços criados durante a ação de fidelização.

Se estiver interessado em desenvolver brindes para sua empresa, visite papelarias especializadas que ofereçam serviço de brindes customizados e desenvolva-os de acordo com sua identidade visual. Você ainda pode escolher entre as opções mais tradicionais como chaveiros, copos e canetas, ou pensar em algo diferente que combine com sua empresa e seu tipo de serviço.

Por não requer altos valores em investimento, e por apresentar bons resultados em um curto prazo, brindes já são recursos bastantes utilizados nas estratégias de marketing promocional. Agora que já sabe dos seus benefícios, faça uma campanha de brindes em sua empresa e aumente a fidelidade a sua marca.

 

Acabamento brilhante ou fosco?

papel brilhante ou fosco

Em uma gráfica, não é segredo pra ninguém que existem inúmeras opções de acabamento de valorização que e possível escolher para uma peça. Dentre eles, talvez os mais famosos e que têm relação direta com a impressão são os brilhantes e foscos. Mas aí fica a dúvida: qual escolher? Existe um que seja melhor ou mais recomendado?

Primeiro, é importante desmistificar a ideia de superioridade entre esses acabamentos. O importante mesmo é entender que cada um deles pode ser a escolha ideal para situações distintas.

O acabamento brilhante é conhecido como uma opção excelente quando o objetivo principal é evidenciar as cores e deixá-las mais vivas e saturadas. Também é conhecido por refletir bastante a luz e trazer um acabamento mais chamativo à peça.

Já o acabamento fosco ou matte, é poroso e pode dispersar um pouco mais as cores, deixando-as com um pouco menos de definição. Por esse motivo, é muito utilizado em peças com poucos tons ou em preto-e-branco. Praticamente não reflete e é menos chamativo.

Agora que você já conhece os principais atributos desses tipos de acabamento, pode escolher o que tem mais a ver com o seu projeto. Para impressões, acabamentos gráficos e outros serviços, entre em contato com a Composer.

Salvar o documento em RGB ou CMYK? Entenda as diferenças de uma vez por todas

Imagine a seguinte situação: alguém observa que a arte de um cartaz, foto ou convite está linda no computador, com tonalidades bem vivas e harmoniosas, entretanto no momento de imprimir as cores saem completamente diferentes, gerando desconforto e muitas dúvidas.

Momentos assim não são raros e podem acontecer com frequência na área de impressão. Mas, se você já passou por algo parecido, nesse post vamos explicar uma maneira de impedir.

A variação das cores nas telas e nos impressos, estão diretamente ligadas aos tipos de sistema de padrão de cores. Os mais famosos são o RGB e o CMYK:

RGB – É uma sigla que significa o nome das cores Red (vermelho), Green (verde) e Blue (azul). Somadas, elas podem produzir a luz branca e, por isso, são usadas para reproduzir as cores fielmente em telas de câmeras, tablets, televisões, computadores e monitores em geral.

Sistema RGB. Nele as cores vermelho, verde e azul conseguem compor a luz branca. Imagem: OpenClipart-Vectors/Pixabay

Sistema RGB. Nele as cores vermelho, verde e azul conseguem compor a luz branca. Imagem: OpenClipart-Vectors/Pixabay

CMYK – Essa sigla é formada pelo nome das cores Ciano (azul ciano), Magenta, Yellow (amarelo) e Key (preto). E diferentemente do RGB que usa a luz para formar cores, o CMYK trabalha com pigmentos. Ou seja, todas as artes que tem a intenção de serem impressas devem ser ajustadas para esse sistema antes.

O sistema CMYK é ideal para impressos. Imagem: PaulGillings/Pixabay

O sistema CMYK é ideal para impressos. Imagem: PaulGillings/Pixabay

Por esse motivo, muitas vezes ao imprimir as cores não saem iguais as da tela. É preciso salvar a imagem em CMYK antes de imprimir. Caso um material impresso seja mandado para a gráfica em RGB, todas as cores sairão trocadas.

Então, para solucionar esse problema é só seguir essas dicas:

Vai reproduzir a imagem somente no monitor (em sites ou nas redes sociais)? Use RGB.

Vai imprimir? Salve em CMYK.

Para que servem as facas gráficas?

Imagem: WerbeFabrik/Pixabay

Imagem: WerbeFabrik/Pixabay

Quando se vai a uma gráfica, inúmeras são as opções de personalização, acabamentos de finalização e valorização dos objetos produzidos ali. Entre esses objetos, as facas gráficas são uma das interessantes ferramentas de personalização que podemos encontrar. Você sabe para que elas servem?

As facas gráficas não cortam apenas, elas têm uma função especial, sendo as responsáveis por dar cortes especiais e diferenciados que não podem ser feitos em uma máquina de guilhotina comum aos cartões, livros, embalagens criativas, folders e cartazes. Além disso, elas podem fazer vincos nessas peças trazendo mais praticidade a todo o processo.

Outro ponto positivo das facas gráficas é que elas podem se adequar a qualquer projeto que existem. Cortam de maneira reta ou arredondada e se adaptam a formatos dos mais diferentes e complexos possíveis.

Se você tem um projeto criativo em mente e não sabe como executá-lo, as facas gráficas de corte especial são a pedida perfeita para um resultado incrível!

Tamanhos de papel do tipo A

tamanhos papel

É muito comum que, ao chegarmos em uma gráfica, a quantidade de opções de customizações oferecidas possam até assustar um pouco. São variados tipos de acabamentos, diferentes tipos de gramatura e tamanhos de papel. Para você não ficar confuso, fizemos esse post explicando os tamanhos de papel do tipo A.

Existem muitos tamanhos de papel em todo o mundo, mas a convenção mais comum de ser utilizada é do sistema ISO 216, que tem tamanhos em séries A, B e C. Aqui no Brasil, usamos o tipo A na grande maioria das vezes, entretanto, algumas pessoas podem se confundir com sua nomenclatura.

Os tamanhos variam do maior ao menor, assim, o papel de maior tamanho é o A0 com 841×1189. O segundo tipo de papel é o A1 e ele tem exatamente a metade do tamanho do A0, com 594×841. O papel A2 tem metade do tamanho do papel A1 e conta com 420×594. Conseguiu perceber a lógica? Cada papel tem metade do tamanho do anterior e quanto maior o tamanho do papel, menor o número junto ao seu nome.

Por conta disso, muitos se confundem com essa nomenclatura. Para tirar todas as suas dúvidas, os tamanhos do maior para o menor são:

A0 – 841 x 1189cm

A1 – 594 x 841cm

A2 – 420 x 594cm

A3 – 297 × 420cm

A4 – 210 × 297cm

A5 – 148 × 210cm

A6 – 105 × 148cm

A7 – 74 × 105cm

A8 – 52 × 74cm

A9 – 37 × 52cm

A10 – 26 × 37cm

 

Como fazer meu cartão de visita?

Foto: FirmBee/Pixabay

Foto: FirmBee/Pixabay

Mesmo com o advento e popularização das redes sociais, o cartão de visita ainda é um dos principais meios de estabelecer um contato profissional e demonstrar comprometimento e organização. E a forma como ele é apresentado para as pessoas pode trazer impressões das mais variadas, boas ou ruins. Daí a importância de escolher com cuidado o acabamento utilizado.

A primeira coisa a se pensar é em qual será a gramatura utilizada. A gramatura mais comum para cartões de visita costuma ser de ao menos 200g para que possa receber vários tipos de acabamentos como a laminação e o verniz, por exemplo.

Outro ponto importante é o tipo de papel a ser escolhido. Existem vários a disposição, como papel supremo, reciclato, couché e muitos outros. O papel couché é o mais utilizado, mas não é via de regra, dependendo do seu modelo de negócio dá para utilizar outras opções também.

Após a escolha do tipo de papel e da gramatura, é interessante prestar atenção aos acabamentos, pois são eles que darão destaque e valor para seu cartão de visita. Existem tipos dos mais variados: corte com faca especial, verniz localizado, laminação brilho ou fosca, hot stamping… Fizemos um post explicando alguns desses termos, para ler é só clicar aqui.

Na hora de escolher o acabamento ideal, lembre-se da sua proposta inicial e do que você deseja passar para quem pretende entregar esse cartão. Aliar os recursos gráficos à sua proposta fará com seu cartão seja coeso e que você consiga os retornos desejados.

Alguns acabamentos gráficos utilizados em capas de livros

Bíblia com acabamento em hot stamping. Foto: Forbence/Pixabay

Bíblia com acabamento em hot stamping. Foto: Forbence/Pixabay

Quando se decide publicar um livro, a etapa da escolha dos acabamentos gráficos é uma das mais importantes. Isso porque, além do conteúdo, os tipos escolhidos devem estar de acordo com a proposta do livro e sua mensagem, para que o produto final além da beleza, obtenha também coerência como um todo.

Na hora da finalização, é verdade que existem tantos tipos de acabamentos para se escolher que pode até bater aquela dúvida, mas fique tranquilo: fizemos esse post para você ter certeza do que pode combinar melhor com sua capa.

Verniz total – Sabe quando você vê um livro com a capa de aspecto brilhante e liso? Ele utilizou esse tipo de acabamento, que traz um aspecto liso e limpo para a publicação. Use-o caso você queira avivar ainda mais as cores da capa ou mesmo trazer mais durabilidade e proteção para ela. Analise se o seu impresso tem realmente a ver com esse tipo de acabamento, para não ficar exagerado demais ou até mesmo brega.

Verniz localizado – Ao contrário do verniz total, o verniz localizado não é aplicado em toda a capa, mas apenas em alguns locais específicos, como o título e as ilustrações, por exemplo, para dar maior destaque. Podem ser utilizadas diversas texturas diferentes.

Laminação fosca – Laminação é um processo que consiste em aplicar uma fina camada de plástico na capa da publicação. A que está mais na moda é com acabamento fosco. Por ser mais discreta, ela traz muito mais elegância e sofisticação para uma peça gráfica. Se essa é a sua proposta, pode usar sem medo. O único lado negativo é que ela não define ou realça muito bem as cores de fundo da peça.

Laminação glitter – A laminação glitter consiste na aplicação dessa fina camada de plástico com o diferencial do brilho. É mais usada em peças gráficas para o público infantil.

Hot stamping – Talvez você já tenha visto esse efeito em capas de bíblia. O hot stamping é uma técnica utilizada para dar destaque a pequenas frases ou palavras numa peça gráfica. Tem um efeito metalizado que pode ser dourado ou prateado, trazendo muita sofisticação.