Salvar o documento em RGB ou CMYK? Entenda as diferenças de uma vez por todas

Imagine a seguinte situação: alguém observa que a arte de um cartaz, foto ou convite está linda no computador, com tonalidades bem vivas e harmoniosas, entretanto no momento de imprimir as cores saem completamente diferentes, gerando desconforto e muitas dúvidas.

Momentos assim não são raros e podem acontecer com frequência na área de impressão. Mas, se você já passou por algo parecido, nesse post vamos explicar uma maneira de impedir.

A variação das cores nas telas e nos impressos, estão diretamente ligadas aos tipos de sistema de padrão de cores. Os mais famosos são o RGB e o CMYK:

RGB – É uma sigla que significa o nome das cores Red (vermelho), Green (verde) e Blue (azul). Somadas, elas podem produzir a luz branca e, por isso, são usadas para reproduzir as cores fielmente em telas de câmeras, tablets, televisões, computadores e monitores em geral.

Sistema RGB. Nele as cores vermelho, verde e azul conseguem compor a luz branca. Imagem: OpenClipart-Vectors/Pixabay

Sistema RGB. Nele as cores vermelho, verde e azul conseguem compor a luz branca. Imagem: OpenClipart-Vectors/Pixabay

CMYK – Essa sigla é formada pelo nome das cores Ciano (azul ciano), Magenta, Yellow (amarelo) e Key (preto). E diferentemente do RGB que usa a luz para formar cores, o CMYK trabalha com pigmentos. Ou seja, todas as artes que tem a intenção de serem impressas devem ser ajustadas para esse sistema antes.

O sistema CMYK é ideal para impressos. Imagem: PaulGillings/Pixabay

O sistema CMYK é ideal para impressos. Imagem: PaulGillings/Pixabay

Por esse motivo, muitas vezes ao imprimir as cores não saem iguais as da tela. É preciso salvar a imagem em CMYK antes de imprimir. Caso um material impresso seja mandado para a gráfica em RGB, todas as cores sairão trocadas.

Então, para solucionar esse problema é só seguir essas dicas:

Vai reproduzir a imagem somente no monitor (em sites ou nas redes sociais)? Use RGB.

Vai imprimir? Salve em CMYK.

Para que servem as facas gráficas?

Imagem: WerbeFabrik/Pixabay

Imagem: WerbeFabrik/Pixabay

Quando se vai a uma gráfica, inúmeras são as opções de personalização, acabamentos de finalização e valorização dos objetos produzidos ali. Entre esses objetos, as facas gráficas são uma das interessantes ferramentas de personalização que podemos encontrar. Você sabe para que elas servem?

As facas gráficas não cortam apenas, elas têm uma função especial, sendo as responsáveis por dar cortes especiais e diferenciados que não podem ser feitos em uma máquina de guilhotina comum aos cartões, livros, embalagens criativas, folders e cartazes. Além disso, elas podem fazer vincos nessas peças trazendo mais praticidade a todo o processo.

Outro ponto positivo das facas gráficas é que elas podem se adequar a qualquer projeto que existem. Cortam de maneira reta ou arredondada e se adaptam a formatos dos mais diferentes e complexos possíveis.

Se você tem um projeto criativo em mente e não sabe como executá-lo, as facas gráficas de corte especial são a pedida perfeita para um resultado incrível!

Tamanhos de papel do tipo A

tamanhos papel

É muito comum que, ao chegarmos em uma gráfica, a quantidade de opções de customizações oferecidas possam até assustar um pouco. São variados tipos de acabamentos, diferentes tipos de gramatura e tamanhos de papel. Para você não ficar confuso, fizemos esse post explicando os tamanhos de papel do tipo A.

Existem muitos tamanhos de papel em todo o mundo, mas a convenção mais comum de ser utilizada é do sistema ISO 216, que tem tamanhos em séries A, B e C. Aqui no Brasil, usamos o tipo A na grande maioria das vezes, entretanto, algumas pessoas podem se confundir com sua nomenclatura.

Os tamanhos variam do maior ao menor, assim, o papel de maior tamanho é o A0 com 841×1189. O segundo tipo de papel é o A1 e ele tem exatamente a metade do tamanho do A0, com 594×841. O papel A2 tem metade do tamanho do papel A1 e conta com 420×594. Conseguiu perceber a lógica? Cada papel tem metade do tamanho do anterior e quanto maior o tamanho do papel, menor o número junto ao seu nome.

Por conta disso, muitos se confundem com essa nomenclatura. Para tirar todas as suas dúvidas, os tamanhos do maior para o menor são:

A0 – 841 x 1189cm

A1 – 594 x 841cm

A2 – 420 x 594cm

A3 – 297 × 420cm

A4 – 210 × 297cm

A5 – 148 × 210cm

A6 – 105 × 148cm

A7 – 74 × 105cm

A8 – 52 × 74cm

A9 – 37 × 52cm

A10 – 26 × 37cm

 

Como fazer meu cartão de visita?

Foto: FirmBee/Pixabay

Foto: FirmBee/Pixabay

Mesmo com o advento e popularização das redes sociais, o cartão de visita ainda é um dos principais meios de estabelecer um contato profissional e demonstrar comprometimento e organização. E a forma como ele é apresentado para as pessoas pode trazer impressões das mais variadas, boas ou ruins. Daí a importância de escolher com cuidado o acabamento utilizado.

A primeira coisa a se pensar é em qual será a gramatura utilizada. A gramatura mais comum para cartões de visita costuma ser de ao menos 200g para que possa receber vários tipos de acabamentos como a laminação e o verniz, por exemplo.

Outro ponto importante é o tipo de papel a ser escolhido. Existem vários a disposição, como papel supremo, reciclato, couché e muitos outros. O papel couché é o mais utilizado, mas não é via de regra, dependendo do seu modelo de negócio dá para utilizar outras opções também.

Após a escolha do tipo de papel e da gramatura, é interessante prestar atenção aos acabamentos, pois são eles que darão destaque e valor para seu cartão de visita. Existem tipos dos mais variados: corte com faca especial, verniz localizado, laminação brilho ou fosca, hot stamping… Fizemos um post explicando alguns desses termos, para ler é só clicar aqui.

Na hora de escolher o acabamento ideal, lembre-se da sua proposta inicial e do que você deseja passar para quem pretende entregar esse cartão. Aliar os recursos gráficos à sua proposta fará com seu cartão seja coeso e que você consiga os retornos desejados.

Produção gráfica de convites

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Os convites marcam muitos festejos por gerações e quando vamos comemorar algo importante, não podem faltar. Sejam para aniversários, casamentos, bodas, formaturas ou mesmo eventos sociais, eles são importantes não apenas para convidar pessoas queridas, mas também para introduzir o tema e dar um gostinho do que pode vir.

Na hora de produzir um convite é ideal que além de conter todas as informações necessárias para os convidados, ele esteja em completa conformidade com o tema e proposta da festa. Isso porque é no convite que as pessoas terão o primeiro contato com a ideia da comemoração e começarão a criar expectativas do que vai acontecer. Por isso criatividade é fundamental para fazer algo diferenciado e que venha a ser lembrado depois.

Além da criatividade, fique atento ao estilo do seu convite, ele e a festa devem seguir a mesma linha. Não crie um convite muito chique se sua comemoração for informal e vice-versa.

Aqui vão três técnicas de impressão muito usadas na produção gráfica de convites:

Hot stamp – O hot stamp é ideal para quem deseja fazer uma festa mais elegante ou chique. É um sistema de impressão que grava e destaca pequenos detalhes em dourado ou prateado, entre outros tons metalizados. É muito utilizado em convites de casamentos em monogramas e frases.

Offset – A impressão offset é utilizada na maioria das produções de convites por ser ideal para grandes quantidades. Um ponto muito positivo de sua utilização é que garante qualidade alta em impressões.

Relevo seco – O relevo seco é uma maneira simples de valorizar um convite, pois permite diferenciação com a aplicação dos relevos. É bastante utilizado em convites de casamentos.

A importância das embalagens na valorização do produto

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Já disseram por aí que “não se deve julgar um livro pela capa”. Mas quando falamos de rótulos de produtos a coisa é bem diferente! Os consumidores julgam – sim! – pela primeira impressão, e a forma com que o produto é apresentado fala muito sobre o que ele pode oferecer!

Daí a importância de estar atento à apresentação do seu produto com um rótulo bonito e bem produzido: conquistar o consumidor ao primeiro olhar. E isso vale para qualquer segmento: do alimentício ao de beleza.

Os rótulos podem ser dos mais simples e estar representados em etiquetas, cartelas ou mesmo adesivos, até os mais complexos com texturas diferenciadas e acabamentos de valorização. Em todos os casos, o que não pode se perder de vista é que não se trata apenas de uma identificar o produto, mas reforçar a mensagem da sua marca perante os clientes.

Na hora de criar um rótulo para seu produto, entre em contato com a equipe da Composer Gráfica. Oferecemos um gama de materiais para rotulagem com transparência, brilho, alto-relevo, corte especial, entre outros recursos. Para mais informações, clique aqui.

Cadernos personalizados: boa opção para brinde

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Seja para presentear os convidados de uma festa ou até não deixar passar em branco uma data comemorativa, os brindes sempre marcam presença na vida das pessoas. Uma ótima opção, que vem se destacando no mercado por conseguir aliar bem o custo-benefício com a utilidade são os cadernos personalizados.

Os cadernos personalizados trazem elegância e sofisticação, além de serem brindes bastante úteis e duráveis, com a possibilidade de durarem o ano inteiro. Podem ser utilizados e se encaixar em diversas propostas diferentes, o que agrega ainda mais benefícios para os que recebem esse presente.

Se você trabalha em uma empresa ou organização e deseja presentear algumas pessoas, aqui está uma excelente alternativa. Caso esteja organizando uma festa ou evento, essa também é uma boa opção.

A personalização desses itens é o que chama ainda mais atenção para as vantagens desse brinde: é possível customizar a capa, escolher o acabamento que preferir e ainda personalizar a folha de rosto. O caderno traz ainda calendário, página de dados pessoais, agenda de planejamento, miolo pautado e acabamento em wire-o.

Você pode escolher entre as opções 15x20cm ou 20x28cm com o preço da unidade a partir de R$ 7,90. Entre em contato com nossa equipe clicando aqui, para mais informações.

Tipos de papel para cada ocasião

Mesmo para quem não entende muito sobre materiais gráficos, é possível perceber as diferenças básicas entre diferentes papéis, diferentes tipos de impressões e objetivos com essas escolhas. O material escolhido para produzir um convite de aniversário infantil não é o mesmo utilizado para entregar um trabalho acadêmico.

Conhecer, basicamente, as diferenças entre os principais tipos de papéis e como utilizá-los pode ajudar no momento de produzir um material gráfico e comunicar a gráfica a sua escolha. Confira a lista que a Composer preparou com os principais tipos de papéis e onde eles são mais utilizados.

 

tipos-de-papel

 

Conheça os tipos de papel mais comuns

 

Papel Offset

Com gramaturas entre 90 g e 120 g, produzido para ser impresso em larga escala e baixo custo, tem um acabamento liso e lembra o papel sulfite, apesar de ter uma qualidade superior. Sua maior indicação é para papel timbrado e blocos de notas.

 

Papel Reciclado

Esse papel offset reciclado, com gramaturas entre 90 g e 120 g, tem cor parda e um aspecto diferente dos demais tipos de papéis. O material é 100% descartado e sustentável, também indicado para papel timbrado e bloco de notas.

 

Papel Couché Brilho

Com gramaturas entre 115g e 300g, a técnica utilizada nesse papel utiliza um revestimento mais liso e uniforme para receber a tinta, o que resulta em um melhor comportamento de cores na impressão. Esse papel também reflete mais luz, então apresenta alto brilho, o que pode atrapalhar a leitura. É indicado para interior de catálogos, capas, flyers e cartões de visita.

 

Papel Couché Fosco

Por absorver mais luz, deixa a cor impressa no papel mais pura, que pode oferecer mais ar de sofisticação. Também utilizado em folders, cartazes e flyers, as gramaturas também variam entre 115g e 300g.

Tipos de acabamento para utilizar no seu material impresso

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Depois do design e escolha do papel a ser utilizado na impressão, grande parte da aparência de um material impresso é a forma como ele é finalizado e que tipo de acabamento é utilizado para explorar ainda mais seu potencial. Afinal, o que toda empresa ou pessoa física que procura uma gráfica deseja é ter um impresso bonito para divulgar seu material.

Cada opção de acabamento escolhido para destaque o impresso determina como ele pode chamar mais atenção e deixá-lo ainda mais atrativo. Confira a lista e fique por dentro de algumas das opções que o mercado oferece.

- Verniz total e laminação: ambas as técnicas buscam o mesmo objetivo, oferecer mais brilho e proteção para o papel escolhido para fazer a impressão. Entretanto, eles também possuem diferenças entre si. Enquanto a laminação consegue oferecer esses benefícios com maior durabilidade, o verniz consegue resultados mais fortes.

- Laminação fosca: similar a laminação comum, esse processo também protege o material impresso, mas, ao invés de dar brilho no papel, a laminação fosca deixa uma textura mais agradável ao impresso.

- Verniz UV localizado: na maioria dos casos, é utilizado juntamente com a laminação fosca. Seu objetivo é oferecer, a um ponto específico do material impresso, uma região completamente brilhante.

Agora que você já conhece algumas das opções, solicite um orçamento à Gráfica Composer e confira como acabamento pode melhorar, ainda mais, o seu material impresso.

Helvetica: a fonte preferida das marcas

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No mar de fontes que existem hoje em dia, encontrar uma que funcione de maneira adequada é um desafio não tão simples assim. São tantas opções e formas disponíveis! Com serifa ou não, cursivas… E no meio de tantas diferentes, a Helvetica se destaca bastante.

Você já ouviu falar na Helvetica antes ou se lembra de como ela é? Mesmo se a resposta for negativa, muito provavelmente você já encontrou em algum lugar. Essa fonte foi criada em 1957 por dois designers: Eduard Hoffman e Max Miedinger, e é uma das mais famosas, justamente por sua concepção muito associada ao modernismo e se apresentar como uma opção sempre clean, neutra e de fácil adaptação.

Foram esses atrativos que fizeram da Helvetica a fonte preferida das marcas. Sério, a quantidade que usa é de impressionar, são mais de 40! Só para citar algumas: Jeep, Nestlé, Toyota, Post-it, BMW, Microsoft, Panasonic, Tupperware, Scotch, 3M e muitas outras trazem a Helvética em seus logos.

O mais interessante é observar como essa fonte se adapta a vários segmentos diferentes, sem que nem nos demos conta disso. Então, quando andar por aí e encontrar uma dessas marcas, não pense duas vezes: é a Helvetica dando seu toque especial e se encaixando no dia a dia das pessoas.