Tipos de papel para cada ocasião

Mesmo para quem não entende muito sobre materiais gráficos, é possível perceber as diferenças básicas entre diferentes papéis, diferentes tipos de impressões e objetivos com essas escolhas. O material escolhido para produzir um convite de aniversário infantil não é o mesmo utilizado para entregar um trabalho acadêmico.

Conhecer, basicamente, as diferenças entre os principais tipos de papéis e como utilizá-los pode ajudar no momento de produzir um material gráfico e comunicar a gráfica a sua escolha. Confira a lista que a Composer preparou com os principais tipos de papéis e onde eles são mais utilizados.

 

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Conheça os tipos de papel mais comuns

 

Papel Offset

Com gramaturas entre 90 g e 120 g, produzido para ser impresso em larga escala e baixo custo, tem um acabamento liso e lembra o papel sulfite, apesar de ter uma qualidade superior. Sua maior indicação é para papel timbrado e blocos de notas.

 

Papel Reciclado

Esse papel offset reciclado, com gramaturas entre 90 g e 120 g, tem cor parda e um aspecto diferente dos demais tipos de papéis. O material é 100% descartado e sustentável, também indicado para papel timbrado e bloco de notas.

 

Papel Couché Brilho

Com gramaturas entre 115g e 300g, a técnica utilizada nesse papel utiliza um revestimento mais liso e uniforme para receber a tinta, o que resulta em um melhor comportamento de cores na impressão. Esse papel também reflete mais luz, então apresenta alto brilho, o que pode atrapalhar a leitura. É indicado para interior de catálogos, capas, flyers e cartões de visita.

 

Papel Couché Fosco

Por absorver mais luz, deixa a cor impressa no papel mais pura, que pode oferecer mais ar de sofisticação. Também utilizado em folders, cartazes e flyers, as gramaturas também variam entre 115g e 300g.

Tipos de acabamento para utilizar no seu material impresso

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Depois do design e escolha do papel a ser utilizado na impressão, grande parte da aparência de um material impresso é a forma como ele é finalizado e que tipo de acabamento é utilizado para explorar ainda mais seu potencial. Afinal, o que toda empresa ou pessoa física que procura uma gráfica deseja é ter um impresso bonito para divulgar seu material.

Cada opção de acabamento escolhido para destaque o impresso determina como ele pode chamar mais atenção e deixá-lo ainda mais atrativo. Confira a lista e fique por dentro de algumas das opções que o mercado oferece.

- Verniz total e laminação: ambas as técnicas buscam o mesmo objetivo, oferecer mais brilho e proteção para o papel escolhido para fazer a impressão. Entretanto, eles também possuem diferenças entre si. Enquanto a laminação consegue oferecer esses benefícios com maior durabilidade, o verniz consegue resultados mais fortes.

- Laminação fosca: similar a laminação comum, esse processo também protege o material impresso, mas, ao invés de dar brilho no papel, a laminação fosca deixa uma textura mais agradável ao impresso.

- Verniz UV localizado: na maioria dos casos, é utilizado juntamente com a laminação fosca. Seu objetivo é oferecer, a um ponto específico do material impresso, uma região completamente brilhante.

Agora que você já conhece algumas das opções, solicite um orçamento à Gráfica Composer e confira como acabamento pode melhorar, ainda mais, o seu material impresso.

Helvetica: a fonte preferida das marcas

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No mar de fontes que existem hoje em dia, encontrar uma que funcione de maneira adequada é um desafio não tão simples assim. São tantas opções e formas disponíveis! Com serifa ou não, cursivas… E no meio de tantas diferentes, a Helvetica se destaca bastante.

Você já ouviu falar na Helvetica antes ou se lembra de como ela é? Mesmo se a resposta for negativa, muito provavelmente você já encontrou em algum lugar. Essa fonte foi criada em 1957 por dois designers: Eduard Hoffman e Max Miedinger, e é uma das mais famosas, justamente por sua concepção muito associada ao modernismo e se apresentar como uma opção sempre clean, neutra e de fácil adaptação.

Foram esses atrativos que fizeram da Helvetica a fonte preferida das marcas. Sério, a quantidade que usa é de impressionar, são mais de 40! Só para citar algumas: Jeep, Nestlé, Toyota, Post-it, BMW, Microsoft, Panasonic, Tupperware, Scotch, 3M e muitas outras trazem a Helvética em seus logos.

O mais interessante é observar como essa fonte se adapta a vários segmentos diferentes, sem que nem nos demos conta disso. Então, quando andar por aí e encontrar uma dessas marcas, não pense duas vezes: é a Helvetica dando seu toque especial e se encaixando no dia a dia das pessoas.

Qual tipo de papel escolher na hora de fazer um panfleto?

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O panfleto é um dos meios mais comuns de se fazer propaganda para uma marca. Isso se deve graças ao seu baixo custo de produção e também a sua fácil disseminação e alcance entre as pessoas.

Ao contrário do que muitos pensam, não existe um papel padrão na criação e produção gráfica dos panfletos e a escolha deles vai variar de acordo com a proposta da sua loja ou do seu negócio. Dependendo do serviço oferecido, seu público-alvo e do nível de exigência que eles esperam, o resultado pode ser bem diferente.

Em geral é mais comum usarmos o papel couché, variando na escolha das gramaturas. Esse papel é amplamente utilizado porque tem qualidade, deixa as cores bem vívidas e além disso, possui também boa durabilidade.

Na divulgação de serviços mais simples, geralmente é usada uma gramatura menor de 90 g/m², que deixa o papel ‘mais fino’. Mas se você deseja fazer a publicidade de algo mais sofisticado ou então agregar um valor subjetivo ao seu projeto, é indicado fazer uso de gramaturas mais altas de até 300 g/m², tornando o panfleto muito mais resistente.

Também é possível escolher por diferentes acabamentos no papel couché. Existe o tipo fosco e o brilho, que é mais usado. Os motivos que levam a escolher cada um variam muito, mas em geral os que optam pelo tipo fosco não querem que o brilho da luz interfira na visualização da peça.

A Composer Gráfica produz todos os tipos de materiais publicitários impressos como panfletos, folders, banners, cartazes etc. Entre em contato com nossa equipe clicando aqui e obtenha mais informações.

Imagem: Goumbik/Pixabay

Como uma papelaria bem feita pode ajudar sua empresa?

A papelaria faz parte de muitas empresas: em consultórios médicos ela está presente nos envelopes de exames, em escritórios estão nos blocos de anotações e cartões de visita… Por conta disso, muitos discutem como a personalização desses itens tem influência no dia a dia da empresa e se pode afetar positivamente na consolidação de marca.

E realmente esse é um tema relevante, principalmente se tratando de empresas que utilizam uma grande quantidade de produtos em contato com seus clientes.

Mas a pergunta que não quer calar é: a papelaria personalizada influencia positivamente ou não faz diferença?

A resposta é sim, faz muita diferença! A papelaria utilizada no dia a dia da empresa é muito importante porque fortalece sua imagem frente a seus funcionários e também seus clientes. Além disso, quando produzimos um produto personalizado que o cliente possa levar para casa, por mais simples que ele seja, estamos levando a marca para outros locais e assim também disseminando sua imagem.

Aí também está a importância de fazer uma boa personalização que possa unir satisfatoriamente cores e tipografias de acordo com a imagem que a empresa deseja passar para o público.

Além de todos esses benefícios, uma papelaria bem feita reforça a sensação de unidade, organização e profissionalismo entre os clientes.

Se você deseja reforçar a identidade visual da sua marca, não perca tempo: entre em contato com a Composer Gráfica para impactar seus clientes de maneira positiva.

 

Imagem: Pexels/Pixabay

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Greenery, a cor do ano

Escolhida anualmente pela Pantone, a cor do ano vem marcando tendências tanto no mundo da moda quanto do design e em 2017 não poderia ser diferente. E depois do Quartzo Rosa e do Azul Serenity, a cor da vez foi o Greenery, um tom de verde que representa bem a natureza.

Segundo a empresa, o tom foi escolhido por transmitir a sensação de recomeço e revitalização justamente em um momento em que o mundo vive tantas incertezas no âmbito político e social. O Greenery também chegou para trazer uma nova conexão entre as pessoas e o meio-ambiente.

Existem várias possibilidades de se incorporar o tom ao dia a dia, seja na decoração da casa ou no próprio guarda-roupa, mas algo que promete fazer total diferença é a utilização do Greenery na elaboração das suas peças gráficas. Solte a criatividade e use o verde do ano em produtos de papelaria, embalagens, rótulos e adesivos.

E aí, ficou com vontade de usar o Greenery nas suas criações? A Composer Gráfica quer ajudar você na produção desses artigos, entre em contato com nossa equipe e saiba mais.

 

Imagem: Michael Gaida/Pixabay

Tipos de papel adesivo

Seja para personalizar itens de uma festa, criar etiquetas diferentes ou simplesmente usar na decoração, adesivos são muito úteis e versáteis. Mas você sabia que existem tipos de papel diferentes, cada um mais indicado para um tipo de acabamento? Pois é, vamos conhecer um pouco mais sobre eles agora:

Antes de tudo, é preciso esclarecer que o nome técnico é papel vinil adesivo. Cada uma das variantes dele apresentam diferenças que influenciam no resultado final da sua criação gráfica, por isso a importância de saber melhor sobre eles.

  • Vinil fosco – Tem acabamento acetinado e recebe bem as na impressão cores. É versátil e indicado para decoração em ambientes de festa, já que não reflete com tanta intensidade a luz. Encontramos exemplos de vinil fosco especialmente em artigos de decoração.
  • Vinil brilho – Na impressão, as cores ficam um pouco mais saturadas. Não é tão utilizado em ambientes externos como o vinil fosco por refletir muito a luz, mas ganha seu espaço em etiquetas personalizadas.
  • Vinil transparente – Não tem tanta função decorativa, por isso é mais usada para proteção de vidros e janelas. Permite a impressão digital.
  • Vinil metalizado – Bastante usado no mercado publicitário por permitir recortes especiais que dão destaque às marcas das empresas. Tem duração alta.
  • Vinil eletrostático – Também amplamente utilizado no mercado publicitário para fixação em outdoors de metal, por não haver a necessidade do uso de cola. São muito usados também em vitrines de lojas para indicar preços especiais e promoções.

Viu quantos tipos existem? Agora é só escolher o mais adequado à sua necessidade!

Imagem: Michael Gaida/Pixabay

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Hand Lettering: tendência que continua forte em 2017

Todos os anos surgem novas tendências na criação e concepção de artes gráficas. O vintage já predominou em uma época, assim como os cartazes tipográficos meio hipsters que misturavam diversas fontes para criar uma unidade à peça.

E em 2016 o que mais vimos em cartazes, outdoors, cartões, banners e tudo o que tinha direito eram aquelas letrinhas desenhadas, como se tivessem sido escritas com um pincel.

O nome dessa técnica se chama Hand Lettering e ganhou esse nome por significar ‘letra de mão’ algo como fazer uma letra cursiva, só que mais especial. A boa notícia é que ela continua firme e forte nesse ano.

Apesar de aparecer com mais frequência como na imagem acima, na cor preta, redonda e com aspecto de tinta mesmo (o que traz um toque mais feminino para a arte) as fontes de Lettering não estão presas a apenas esse modelo e podem vir em outras cores, personalidades e estilos, mantendo a unidade no modo cursivo.

Quando idealizar sua peça gráfica, é interessante pensar em como trazer a tendência para sua criação de modo que ela fique única e transmita a mensagem de modo satisfatório. Trazer o Lettering pode ser uma boa alternativa para convites de casamento mais moderninhos, assim como para uma nova identidade visual de marca, quadros e até mesmo um toque diferente em peças gráficas como calendários.

O importante é adequar a tendência à mensagem que se deseja passar, se o Hand Lettering combinar com o que você deseja, vá em frente.

Continue ligado em nosso blog para mais dicas e novidades!

Imagem: Fotownetrza/Pixabay

Acabamentos de valorização

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Numa gráfica, quando o processo de desenvolvimento das peças está chegando ao fim, chega o momento de fazermos os tão conhecidos acabamentos. No entanto, o que pouca gente sabe é que existem diferentes tipos: os de finalização e os de valorização.

De olho nisso, decidimos fazer dois posts aqui no blog da Composer, para que todos entendam as diferenças que existem entre esses acabamentos e saibam qual tipo é mais adequado para sua ideia.

Já falamos sobre acabamentos de finalização nesse post. Nesse segundo texto falaremos sobre os de valorização e daremos alguns exemplos práticos.

Os acabamentos de valorização são os processos que têm função de trazer algo a mais para a peça. A ideia aqui não é facilitar o manuseio, ou proteger, mas dar um valor subjetivo para o produto.

São os acabamentos de valorização que dão elegância e distinção para as peças, trazendo distinção para elas.

Alguns exemplos de acabamentos de valorização são:

  • Laminação – A laminação traz de forma muito mais sutil o aspecto da plastificação. O cliente pode escolher se prefere a opção brilho ou fosca, de acordo com o objetivo da peça. Valoriza muito o produto final e é uma opção de acabamento mais barata se comparada com as outras existentes.
  • Verniz – O verniz é amplamente usado quando se deseja destacar algum aspecto da peça. Além de valorizar bastante a peça, apresenta resistência a umidade e ao manuseio. O verniz reserva é o mais indicado para pequenos detalhes em cartões de visita, por exemplo.
  • Hot Stamping – O Hot Stamping é um tipo de impressão com efeito metalizado. Geralmente é usado em detalhes de livros, artigos em couro, embalagens, cartões de visitas e convites, geralmente na cor dourada.
  • Faca de corte – Muito usada na criação de diferentes embalagens, a faca de corte jamais pode ser confundida com o refile. Ela é utilizada quando são necessários cortes em formatos diferentes e não existentes. Para isso, é confeccionada uma lâmina com o formato desejado num suporte de madeira. Também é usada em cartões de visitas criativos, capas de CDs e folders.
  • Relevo Americano – O relevo americano é responsável por trazer um pouco de textura para a peça. Tem o custo elevado e é muito usado nos monogramas de convites de casamento.
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Acabamentos de finalização

Imagem: Urszula/Pixabay

Numa gráfica, quando o processo de desenvolvimento das peças está chegando ao fim, chega o momento de fazer os tão conhecidos acabamentos. No entanto, o que pouca gente sabe é que existem diferentes tipos: os de finalização e os de valorização.

De olho nisso, decidimos fazer dois posts aqui no blog da Composer, para que todos entendam as diferenças que existem entre esses acabamentos e saibam qual tipo é mais adequado para sua ideia.

Nesse primeiro texto falaremos sobre acabamentos de finalização e alguns exemplos práticos.

Os acabamentos de finalização são os processos que vão dar proteção e facilitar o manuseio da peça. Eles não tem a intenção de dar algum valor subjetivo para a criação, apenas dão o toque que falta para que o produto seja distribuído e usado da maneira desejada.

Alguns exemplos de acabamentos de finalização são:

  • Refile – O refile é um corte que é feito na borda do papel, para deixá-lo no tamanho padrão desejado, retirar as margens, sangrias etc. É algo tão corriqueiro numa gráfica, que esse tipo de acabamento geralmente nem é mencionado na hora de se fazer um orçamento.
  • Dobra e vinco – O vinco é uma marcação feita no papel que tem a função de facilitar as dobras que serão feitas no impresso. As dobras por sua vez podem ser de diversos tipos: sanfonadas, cruzadas, paralelas… Seja qual for a dobra escolhida, deve ser especificada no arquivo.
  • Encadernação – A encadernação faz parte da última etapa quando falamos de impressos com várias páginas. Também pode ser feita em vários tipos: wire-o, espiral, com costura e cola, grampos…
  • Escolha da capa – A escolha correta do tipo de capa adequado para seu projeto, também faz parte dos acabamentos de finalização. As mais comuns são: brochura, flexível e capa dura.

Tirou todas as suas dúvidas sobre os acabamentos de finalização? Clique aqui para conhecer os de valorização.