Imagem: Fotownetrza/Pixabay

Acabamentos de valorização

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Numa gráfica, quando o processo de desenvolvimento das peças está chegando ao fim, chega o momento de fazermos os tão conhecidos acabamentos. No entanto, o que pouca gente sabe é que existem diferentes tipos: os de finalização e os de valorização.

De olho nisso, decidimos fazer dois posts aqui no blog da Composer, para que todos entendam as diferenças que existem entre esses acabamentos e saibam qual tipo é mais adequado para sua ideia.

Já falamos sobre acabamentos de finalização nesse post. Nesse segundo texto falaremos sobre os de valorização e daremos alguns exemplos práticos.

Os acabamentos de valorização são os processos que têm função de trazer algo a mais para a peça. A ideia aqui não é facilitar o manuseio, ou proteger, mas dar um valor subjetivo para o produto.

São os acabamentos de valorização que dão elegância e distinção para as peças, trazendo distinção para elas.

Alguns exemplos de acabamentos de valorização são:

  • Laminação – A laminação traz de forma muito mais sutil o aspecto da plastificação. O cliente pode escolher se prefere a opção brilho ou fosca, de acordo com o objetivo da peça. Valoriza muito o produto final e é uma opção de acabamento mais barata se comparada com as outras existentes.
  • Verniz – O verniz é amplamente usado quando se deseja destacar algum aspecto da peça. Além de valorizar bastante a peça, apresenta resistência a umidade e ao manuseio. O verniz reserva é o mais indicado para pequenos detalhes em cartões de visita, por exemplo.
  • Hot Stamping – O Hot Stamping é um tipo de impressão com efeito metalizado. Geralmente é usado em detalhes de livros, artigos em couro, embalagens, cartões de visitas e convites, geralmente na cor dourada.
  • Faca de corte – Muito usada na criação de diferentes embalagens, a faca de corte jamais pode ser confundida com o refile. Ela é utilizada quando são necessários cortes em formatos diferentes e não existentes. Para isso, é confeccionada uma lâmina com o formato desejado num suporte de madeira. Também é usada em cartões de visitas criativos, capas de CDs e folders.
  • Relevo Americano – O relevo americano é responsável por trazer um pouco de textura para a peça. Tem o custo elevado e é muito usado nos monogramas de convites de casamento.
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Acabamentos de finalização

Imagem: Urszula/Pixabay

Numa gráfica, quando o processo de desenvolvimento das peças está chegando ao fim, chega o momento de fazer os tão conhecidos acabamentos. No entanto, o que pouca gente sabe é que existem diferentes tipos: os de finalização e os de valorização.

De olho nisso, decidimos fazer dois posts aqui no blog da Composer, para que todos entendam as diferenças que existem entre esses acabamentos e saibam qual tipo é mais adequado para sua ideia.

Nesse primeiro texto falaremos sobre acabamentos de finalização e alguns exemplos práticos.

Os acabamentos de finalização são os processos que vão dar proteção e facilitar o manuseio da peça. Eles não tem a intenção de dar algum valor subjetivo para a criação, apenas dão o toque que falta para que o produto seja distribuído e usado da maneira desejada.

Alguns exemplos de acabamentos de finalização são:

  • Refile – O refile é um corte que é feito na borda do papel, para deixá-lo no tamanho padrão desejado, retirar as margens, sangrias etc. É algo tão corriqueiro numa gráfica, que esse tipo de acabamento geralmente nem é mencionado na hora de se fazer um orçamento.
  • Dobra e vinco – O vinco é uma marcação feita no papel que tem a função de facilitar as dobras que serão feitas no impresso. As dobras por sua vez podem ser de diversos tipos: sanfonadas, cruzadas, paralelas… Seja qual for a dobra escolhida, deve ser especificada no arquivo.
  • Encadernação – A encadernação faz parte da última etapa quando falamos de impressos com várias páginas. Também pode ser feita em vários tipos: wire-o, espiral, com costura e cola, grampos…
  • Escolha da capa – A escolha correta do tipo de capa adequado para seu projeto, também faz parte dos acabamentos de finalização. As mais comuns são: brochura, flexível e capa dura.

Tirou todas as suas dúvidas sobre os acabamentos de finalização? Clique aqui para conhecer os de valorização.

Os sistemas de impressão adequados para cada tiragem

Imagem: Unsplash/Pixabay

Imagem: Unsplash/Pixabay

Quando falamos de projeto gráfico, não se trata apenas de imprimir. Existem vários sistemas de impressão e cada um deve estar de acordo e completamente alinhado à ideia, tipo de recipiente (papel, plástico, tecido, entre outros), acabamentos de valorização…

Além de todos esses pontos importantes a serem observados é muito importante estar atento ao tipo de tiragem que terá o projeto, afinal, cada sistema de impressão se adequa a uma quantidade certa.

Hoje vamos mostrar seis sistemas de impressão: Offset, Offset digital, Flexografia, Rotogravura, Tampografia e Serigrafia e os tipos de tiragem ideais.

Offset – Ideal para tiragens altas ou médias. Não recomendada para baixas.

Offset Digital – Indicada para baixas tiragens, mas não recomendada para tiragens altas.

Flexografia – Ótima para tiragens altas ou muito altas.

Rotogravura – Adequado para tiragens muito altas.

Tampografia – Ideal para tiragens baixas ou médias.

Serigrafia – Sistema de impressão apropriado para tiragens baixas ou médias.

Tipos de tiragem:

Muito Alta: mais de 1.000.000

Alta: até 1.000.000

Média: entre 5.000 e 500.000

Baixa: até 5.000

Tipos de impressão e seus resultados finais

printer-shutterstock

Você sabia que cada sistema de impressão contribui ou exerce alguma influência sobre o resultado final do produto?

Dependendo do material usado e do tipo de impressão, imagens idênticas podem ficar totalmente diferentes. E isso vale não somente para resolução, mas também para a fidelidade dos tons de cores, o que influencia e muito na qualidade do resultado final.

Quer saber que impressão é a mais adequada para o seu acabamento? Confira o post de hoje:

Offset- Aqui a impressão é de alta qualidade. As tonalidades são fieis e por isso recomendadas para impressos com fotografias.

Offset Digital- Impressão também de qualidade alta, principalmente nos tons e meio tons das cores.

Flexografia- Esse tipo de impressão traz bastante qualidade e é bastante rápida, mas tem definição mediana em tons de cores.

Rotogravura- Impressão em altíssima velocidade e com grande qualidade entre tons e meio tons.

Tampografia- Mais usada na personalização de objetos como copos, canetas… Possui definição baixa.

Serigrafia- Tem baixo custo e flexibilidade da impressão.

 

Conheça os Brindes Corporativo para final de ano

Em dúvida para escolher um brinde de final de ano para seus clientes?

A Composer preparou uma coleção com os melhores brindes corporativos, pois eles são úteis para todos os tipos de negócios e durante o ano inteiro.  A sua marca estará impressa em um material elegante e será bem lembrada pelo seu público em 2017.

 

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Cadernos personalizados

Conheça nossos Cadernos personalizados e presenteie seus clientes com estilo e elegância, marcando presença o ano inteiro. Cada unidade a partir de R$ 7,90.

cadernos-personalizados-composer

Tabela de Preços

Tamanho 15x20cm
50 CADERNOS | Valor unit.: R$ 19,90*
100 CADERNOS | Valor unit.: R$ 15,90*
200 CADERNOS | Valor unit.: R$ 13,90*
300 CADERNOS | Valor unit.: R$ 12,90*
400 CADERNOS | Valor unit.: R$ 11,90*
500 CADERNOS | Valor unit.: R$ 10,90*
1000 CADERNOS | Valor unit.: R$ 9,90*
2000 CADERNOS | Valor unit.: R$ 8,90*
3000 CADERNOS | Valor unit.: R$ 7,90*

 

Tamanho 20x28cm
50 CADERNOS | Valor unit.: R$ 21,90*
100 CADERNOS | Valor unit.: R$ 19,90*
200 CADERNOS | Valor unit.: R$ 17,90*
300 CADERNOS | Valor unit.: R$ 16,90*
400 CADERNOS | Valor unit.: R$ 15,90*
500 CADERNOS | Valor unit.: R$ 14,90*
1000 CADERNOS | Valor unit.: R$ 13,50*
2000 CADERNOS | Valor unit.: R$ 12,50*
3000 CADERNOS | Valor unit.: R$ 11,50*

 
 

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Calendários de mesa

Conheça nossos Calendários personalizados e presenteie seus clientes com estilo e elegância, marcando presença o ano inteiro. Cada unidade a partir de R$ 0,40.

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Tabela de Preços

Com Wire-o + lâminas. Tamanho: 11,5x14cm
100 CALENDÁRIOS | Valor: R$ 490,00
300 CALENDÁRIOS | Valor: R$ 890,00
500 CALENDÁRIOS | Valor: R$ 1.090,00
1000 CALENDÁRIOS | Valor: R$ 1.790,00
3000 CALENDÁRIOS | Valor: R$ 3.790,00
5000 CALENDÁRIOS | Valor: R$ 5.790,00
Lâmina de apresentação (opcional)
(4X4 COR) R$ 0,30 por unidade

 

Com Wire-o + lâminas. Tamanho: 19x17cm
100 CALENDÁRIOS | Valor: R$ 590,00
300 CALENDÁRIOS | Valor: R$ 1.090,00
500 CALENDÁRIOS | Valor: R$ 1.490,00
1000 CALENDÁRIOS | Valor: R$ 1.990,00
3000 CALENDÁRIOS | Valor: R$ 4.490,00
5000 CALENDÁRIOS | Valor: R$ 6.950,00
Lâmina de apresentação (opcional)
(4X4 COR) R$ 0,30 por unidade

 

Pirâmide. Tamanho: 21x11cm
100 CALENDÁRIOS | Valor: R$ 490,00
300 CALENDÁRIOS | Valor: R$ 690,00
500 CALENDÁRIOS | Valor: R$ 790,00
1000 CALENDÁRIOS | Valor: R$ 890,00
3000 CALENDÁRIOS | Valor: R$ 1.490,00
5000 CALENDÁRIOS | Valor: R$ 1.990,00

 
 

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Blocos de anotações

Conheça nossos blocos personalizados e presenteie seus clientes com estilo e elegância, deixando sua marca sempre à mão. Cada unidade a partir de R$ 1,50.

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Tabela de Preços

Capa dura. Tamanho 7,5×10,5cm
100 BLOCOS | Valor: R$ 590,00
200 BLOCOS | Valor: R$ 890,00
300 BLOCOS | Valor: R$ 1.190,00
500 BLOCOS | Valor: R$ 1.690,00
1000 BLOCOS | Valor: R$ 2.890,00
3000 BLOCOS | Valor: R$ 7.490,00

 

Bloco torcido. Tamanho 9x9cm
100 BLOCOS | Valor: R$ 590,00
200 BLOCOS | Valor: R$ 790,00
300 BLOCOS | Valor: R$ 990,00
500 BLOCOS | Valor: R$ 1.190,00
1000 BLOCOS | Valor: R$ 1.890,00
3000 BLOCOS | Valor: R$ 4.490,00

 
 

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Algumas empresas que já adquiriram:

 

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O que é papel reciclato?

O blog da Composer desvenda as diferenças entre tipos de materiais sustentáveis

Material é ideal para blocos de notas e papel timbrado. Foto: Sonny Abesamis/Flickr

Material é ideal para blocos de notas e papel timbrado. Foto: Sonny Abesamis/Flickr

Existe uma preocupação das empresas em adotar medidas sustentáveis. Pensando em reduzir o impacto ambiental, foi criado um papel que reaproveita restos da indústria da celulose e usa lixo coletado. Mas existem dois tipos desse papel: o reciclato e o reciclado. Apesar de parecer um erro de grafia, os dois materiais são diferentes. Siga com o blog da Composer na série sobre tipos de papel.

Reciclato ou reciclado?

O reciclato e o reciclado são tipos de papel offset (falamos das características desse material aqui) que levam componentes diferentes. O reciclado é feito 100% de material descartado (como papelão e rolinho de papel higiênico) e isso torna a fibra dele mais rústica e consistente.

Já o papel do tipo reciclato é amplamente usado por empresas e leva na sua fórmula 25% de material adquirido da coleta de lixo da cidade. Os outros 75% vêm de restos de papel (como as sobras da fabricação de outros papéis). Isso faz com que a qualidade desse papel seja mais próxima à do offset comum.

Figura 1: Exemplo de reciclato

Figura 1: Exemplo de reciclato

Processo e uso

O processo começa com o lixo metropolitano recolhido por cooperativas de catadores, depois o papel passa por uma espécie de liquidificar. A água é adicionada à massa de papel (o reuso da água interna também é adotado por algumas fábricas), que passa por peneiras até ficar sem impurezas. As gramaturas mais vendidas de reciclato vão de 75 a 240 g/m².

O papel reciclato é indicado para marcas ou projetos que querem passar a ideia da sustentabilidade e podem ser usados em blocos de notas, calendários e papel timbrado.

Gráfica

Agora que você já sabe a diferença entre papel reciclado e reciclato, é importante escolher a gráfica certa para imprimir seu projeto. A Composer tem mais de 20 anos de experiência e entrega o resultado com qualidade e em menos tempo. E não é mágica: a rapidez da gráfica vem do investimento em tecnologia. Em todos esses anos, a Composer se moderniza e hoje tem um parque gráfico com uma área de 1000 metros quadrados. Entre em contato e solicite o orçamento.

Quando devo imprimir em papel offset?

Características do material interferem no resultado final do projeto gráfico

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Papel é comum em livros, revistas e blocos de notas. Foto: photosteve101/Flickr

 

Uma das principais dúvidas do cliente na hora de planejar o projeto é a escolha do papel. É um momento decisivo porque impacta no resultado final do produto e uma escolha errada pode fazer seus planos irem por água abaixo. Pensando nisso, o blog começa uma série de postagens sobre os tipos de papel que existem no mercado e as especificidades de cada material.

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Digital circlism: essa pode ser a inspiração de que você precisa

Técnica do artista Ben Heine usa luz, cores e formas redondas
para dar ilusão de profundidade.

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Artista cria arte digital com fotografia de artistas. Imagem: Ben Heine/Divulgação

Não é de hoje que as luzes e os círculos se juntam para criar um efeito estético na arte. Os artistas impressionistas, no século 19, já tentavam transmitir os sentimentos a partir da luz, e não do objeto em si. Mas agora a novidade é a digital circlism, uma arte feita no computador e que inspirar seu novo projeto gráfico. Para começo de conversa, essa técnica aparece no ensaio Digital circlism, iniciado no ano de 2010 pelo belga Ben Heine. Bacharel em Jornalismo, o artista é autodidata na fotografia e na pintura digital.

Ele tem como referências artísticas escolas como o Surrealismo e a Pop Art, e isso se reflete no seu digital circlism: uma série de retratos de personalidades famosas (como Elvis Presley, Lady Gaga, Jesus Cristo) “pintadas” a partir de pequenos círculos, coloridos individualmente.

Como faz?

Mas qual é a técnica de Ben Heine? Ele começa escolhendo uma fotografia de um artista de que goste para ter como base. Após escolher a foto certa, o artista começa a transformar a imagem em uma pintura digital mais suave. Essa pintura, feita em um editor de imagem, passa a receber os círculos coloridos e, após um processo de 100 a 180 horas, está pronta.

Vídeo:

Mais inspiração

Ben-Heine

Imagem: Ben Heine/Divulgação

É de autoria de Ben Heine, também, o ensaio chamado de Pencil vs câmera, anterior à técnica do digital circlism. Em Pencil vs câmera, o autodidata europeu trabalha com fotografias, desenhos feitos a mão e, novamente, editores de imagem. O processo inclui uma foto para qual Ben fará um desenho (que se encaixa perfeitamente na imagem, mas cria uma realidade paralela).

Meu projeto

A técnica do digital circlism pode sair das galerias de arte e compor seu projeto gráfico. Na hora de imprimir seu trabalho, a Composer Gráfica é referência em qualidade e agilidade. Com mais de 20 anos no mercado, a Composer tem um parque gráfico com mais de 1000 metros quadrados. Solicite o orçamento e conheça a gráfica.

Por que usar fonte com serifa?

Escolha do tipo reflete diretamente no seu projeto.
Veja dicas e solicite orçamento na Composer Gráfica

Tipografia

Da esquerda para direita: fonte com serifa e fonte sem serifa. Imagem: Wikipedia/Colagem

A serifa é um elemento do tipo e pensar se a fonte deve ou não ter serifa impacta diretamente na imagem que você quer passar do seu produto. Mas o que é uma fonte com serifa ou serifada? Na linguagem do Design Gráfico, serifa é um traço ou barra que aparece nas extremidades de algumas letras. Exemplos de fonte que você deve conhecer com serifa: Times New Roman, Georgia e a Courier New.

Agora que você já sabe o que é uma fonte serifada, em que casos o cliente deve recorrer a ela? De maneira geral, a serifa é um artifício a mais na letra que aumenta a legibilidade. Por outro lado, as letras com serifa estão relacionadas a atividades menos modernas e mais tradicionais. Veja as dicas e saiba por que escolher uma fonte com serifa.

Legibilidade

Fontes com serifa provocam a ideia de texto mais fluido e muitos designers defendem que esse tipo é ideal para diferenciar as palavras em um texto (por isso muitos jornais e revistas usam letras, principalmente no título, com serifa). Sabe-se que o leitor não lê um texto letra a letra, e sim palavra por palavra. Nesse contexto, ter uma fonte que se destaca com serifa parece ser mais atraente à nossa percepção.

História

Um ponto que é reforçado por designers que defendem o uso de letras com serifa é que nós estamos acostumados a ver esses tipos há muito. Então a informação que chega ao nosso cérebro quando nos deparamos com uma fonte com serifa é de uma experiência positiva de leitura anterior.

Tradição

Até por serem muito presentes e tradicionais no nosso dia, as fontes com serifa podem ser usadas na sua marca para ressaltar a confiança do consumidor ou ainda para causar a sensação de sofisticação. Por outro lado, as qualidades mais modernas e de leveza estão relacionadas às fontes sem serifa. Você pode conferir o post anterior do blog sobre fontes sem serifa aqui (http://composergrafica.com/blog/dica-porque-devemos-usar-a-fonte-em-curvas/).

Atração

Fontes com serifa têm, como já se sabe, barras ou traços e se destacam das fontes sem serifa. Esse é um motivo pelo qual muitas empresas escolhem destacar sua marca com uma fonte serifada, porque a ideia é que fontes sem serifa possam causar sensação de banalidade ou falta de personalidade.

Gráfica

Já escolheu a fonte certa para seu projeto? O próximo passo é imprimir seu conteúdo na Composer Gráfica, que tem mais de 20 anos de experiência no mercado e entrega, em curto prazo, o projeto gráfico com a maior qualidade e refinamento. A gráfica tem mais de 1000 metros quadrados e investe em tecnologia. Solicite seu orçamento conosco e faça-nos uma visita.

Convite: A importância do seu material e impressão

Responsável pela circulação de informações dentro de uma empresa ou instituição, o jornal interno tornou-se um elemento imprescindível para o sucesso das organizações.

 

O uso de ferramentas de comunicação próprias encontra-se em escala crescente no Brasil já que empresas, de todos os tipos e dimensões, estão compreendendo que a veiculação interna de informações é essencial para a interação entre os funcionários e, consequentemente, para a performance dos negócios.

Os resultados positivos conquistados com o desenvolvimento desse tipo de ação vão desde um melhor engajamento dos funcionários com a empresa até ao progresso da satisfação da equipe com a gestão. Ou seja, investir em um jornal interno é garantir um clima organizacional prazeroso e propício ao crescimento.

Os jornais podem ser impressos em vários tipos de papéis, mas alguns são os mais indicados para esse tipo de uso.

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